Pois é, Vizinha...

Uma adaptação de Deborah Finocchiaro do texto “Una Donna Sola”, de Franca Rame e Dario Fo (Prêmio Nobel de literatura 1997), conta a estória de Maria, uma dona-de-casa trancafiada em casa pelo marido “gauchão” que é obrigada a suportar o cunhado semi-paralítico e tarado, o “voyeur” do prédio vizinho, o tarado do telefone e o apaixonado rapaz que é professor de inglês. Um dia se depara com uma vizinha do prédio em frente e desabafa. Aos poucos, o simples cotidiano revela-se patético.
A linguagem cômica é utilizada como ponte para retratar, com muita atualidade, as situações trágicas e recorrentes do nosso cotidiano, tais como: a violência doméstica contra a mulher; a hipocrisia que permeia tantos casamentos; o prazer ou desprazer sexual feminino; a fragilidade dos valores calcados nos bens materiais; a dependência no “outro”; o difícil exercício da liberdade; além do questionamento dos valores consumistas impostos pela mídia em geral.
Em mais de 700 apresentações, assistido por mais de 200.000 pessoas nos 20 anos de estrada, Pois é, Vizinha... vem conquistando plateias de todas as idades de Norte à Sul do Brasil e também na Argentina, além de participar de reconhecidos festivais e projetos, entre eles o Lâmpada Mágica AES Sul, Palco Giratório SESC e todas as edições da Mostra Porto Verão Alegre.
É o primeiro espetáculo gaúcho a virar curta-metragem na primeira edição do “Histórias Curtas” da RBS TV, em 2001.
Pois é, Vizinha... é uma comédia que retrata as relações humanas de uma forma clara e direta, fazendo com que o público se identifique e, através de muitos risos, possa repensar e questionar a própria vida.

CLASSIFICAÇÃO ETÁRIA: 12 anos
DURAÇÃO DO ESPETÁCULO: 70 minutos

Ficha Técnica

Do original A Mulher Sozinha de Dario Fo e Franca Rame
Tradução do original Una Donna Sola - Roberto Vignati
Direção, adaptação e atuação - Deborah Finocchiaro
Ator convidado - Leandro Roos Pires
Cenografia - Rafael Silva
Iluminação - Fabrício Simões e Leandro Roos Pires
Operação de luz - Carlos Azevedo ou Fabrício Simões
Operação de som - Antonio Perra
Figurino - Cléria Finocchiaro
Projeto gráfico - Eloar Guazelli Filho e Cléo Magueta
Produção - Daniela Lopes e Deborah Finocchiaro
Assessoria digital - Vitor Leal
Realização - Companhia de Solos & Bem Acompanhados

Críticas e comentários

“O Rio Grande do Sul está bem representado pela Companhia de Solos & Bem Acompanhados, com a peça “Pois é, Vizinha...” Este é um papel para uma grande atriz. Já tinha visto este texto montado em São Paulo, com duas grandes atrizes: Denise Stoklos e Marília Pêra. Deborah Finocchiaro não fica devendo nada a nenhuma delas. Esta atriz superlativa, carismática, em sua plenitude artística, incorporou essa personagem, fazendo-a com irreverência, ousadia, despudor, originalidade e... muito fôlego! Afinal, não é fácil manter sozinha a plateia lotada e ligada, gargalhando o tempo todo. Na equipe técnica, Deborah cercou-se de gente competente, o que também contribuiu para o acerto da montagem. A peça, apesar de estar há 19 anos “na estrada”, continua atual...”

- Vinício Angelici, crítico contratado do 40º FENATA

“... O público não arredou um instante do denso e divertido enredo... Deborah Finocchiaro não só demonstra ser uma excelente atriz, como também despende pique para não deixar dúvida de que reconhece a terra em que está pisando... Nessa divertida comédia para fundo crítico exasperada, ela consegue metralhar informações com uma dinâmica concentrada em que não se perde qualquer fio da informação. Direta, humorada, sinuosa quando necessário, lacônica por exigência da dramaturgia, a personagem encontra na atriz, e vice versa, uma afinidade teatral muito precisa... “Pois é, vizinha...” atrai a atenção, mesmo que pelo riso, a uma discussão sobre violência contra a mulher. A atriz se despoja a trazer essa chaga social de forma empertigada e crítica em filtro tragicômico. Seu recado fixa ao riso e à reflexão. O ator convidado, Tito Grando, está muito à vontade e declina sua atuação sem que se confunda as personagens da sua pauta de contracena... Deborah e sua personagem encantam, chocam, comovem e deixam um exemplo de teatro para rir e pensar... A Cia. de Solos & Bem Acompanhados cumpre seu papel no roteiro e pauta do teatro brasileiro. Sabe das coisas de Baco e Téspis.”

Maneco Nascimento, ator, radialista e jornalista

“Atriz Deborah Finocchiaro é ovacionada em tragicomédia sobre condição feminina. Ver o público gargalhando, alguns espectadores chorando de tanto rir, e contando as cinco vezes em que a atriz Deborah Finocchiaro foi aplaudida em cena aberta, é, no mínimo, um grande prazer. Esta foi a terceira vez que pude conferir a performance desta gaúcha que há 18 anos circula pelo Brasil com a montagem, já vista em Garanhuns, no ano 2000, pelo Projeto Palco Giratório do SESC. Mesmo para quem reviu o espetáculo, os efeitos tragicômicos, pautados na obra “Una Donna Sola”, de Dario Fo e Franca Rame são certeiros. ...Com extremo fôlego, a atriz nos rende ótimos momentos que vão da malícia a mais pura ingenuidade... Em meio a tantas risadas, a peça faz um alerta importante sobre a condição da mulher diante do machismo e na necessidade de realizarmos nossos sonhos, especialmente quando temos cúmplices verdadeiros para tal. ...Os aplausos demorados ao final atestaram o sucesso absoluto desta escolha teatral como penúltima atração do Festival de Inverno de Garanhuns 2011.”

- Leidson Ferraz, Fundarpe

“... Foram raríssimas as vezes que desviei o olhar daquela mulher engraçadíssima, pueril e, sobretudo, bem-humorada! ...Considerada uma das melhores atrizes gaúchas, Deborah tem consciência de cada objeto que põe em cena, espremendo suas utilidades na narrativa de forma original e ousada. Torce e retorce a máscara sem medo de ser caricata, usa-se de pantomimas a todo o momento. Corre, pula, berra e suspira sem que o ritmo seja perdido.... Benditas foram as gargalhadas nessa montagem verossímil e potente.”

- Guilherme Nervo, percebeoteatro.blogspot.com

“A atriz Deborah Finocchiaro, um dos grandes nomes da cena nacional, perfeitamente à vontade no personagem, representa como quem mantém uma conversa íntima e descontraída com o público... Simples, carismática, afável, inventiva, criatividade e emoção saltando aos olhos, ela é atriz de mão cheia, dessas que encara a profissão como ofício e sabe da importância de se cultivar o corpo, a consciência e, sobretudo, a sensibilidade. O resultado disso confirma-se em cena através de um espetáculo/monólogo criativo e instigante, no qual ironia, humor, crítica e reflexão se harmonizam com toques de leveza e espontaneidade.... com inegáveis recursos técnicos e interpretativos, Deborah arranca muitos risos e aplausos, ao mesmo tempo que leva o público a refletir sobre a situação que atravessa em suas relações pessoais e afetivas...”

- Aurora Miranda Leão, Tribuna do Ceará

“... Uma atriz que sozinha no palco, conquistou o público não só pela intensidade do texto, mas também pela interpretação impecável... engraçada, Deborah Finocchiaro recebeu o prêmio de Melhor Espetáculo no festival Isnard Azevedo.”

- Valéria Rivoire, Diário Catarinense

"Texto de Dario Fo e Franca Rame é prova de fogo pela qual Deborah Finocchiaro passa muito bem... simples, feito com prazer de quem explora um território interpretativo, mas sem o exagero de um exibicionismo pessoal, o espetáculo assinado por Deborah é fiel a poética da dupla de autores: Encantar e divertir por intermédio da intérprete."

- Mariângela Alves de Lima, O Estado de São Paulo

"A peça é um monólogo cheio de vida e de acontecimentos... é extremamente envolvente e divertida, muito bem dirigida e interpretada por Deborah Finocchiaro."

- Agnaldo Ribeiro da Cunha, Diário Popular

“Uma estrela em excelente momento... Deborah Finocchiaro é daquelas atrizes que fisgam o espectador na primeira cena. Personalidade forte e presença marcante, esbanja talento a cada nova montagem. ...Pois é, Vizinha... traz a divina Deborah no papel de uma dona-de-casa... onde conduz com humor e sensibilidade a situação-limite (que beira o absurdo) vivida pela personagem Maria...”

- Newton Pinto da Silva, Correio do Povo

"Um espetáculo único e magnífico porque Deborah Finocchiaro é única e magnífica, catalisadora da máxima atenção da plateia, inteligente, largada, contida e exuberante, tudo ao mesmo tempo. Para mim, Deborah Finocchiaro é a melhor atriz de sua geração. Seu trabalho em Pois é, Vizinha... é extraordinário. É preciso ir correndo para vê-la"

- Luciano Alabarse, Revista A Crítica

“Se não disse antes, digo agora, sempre fui fã absoluto da atriz Deborah Finocchiaro, por isso não me surpreende, mas alegra profundamente reencontrá-la tão inteira e completa, num espetáculo como Pois é, Vizinha...”

- Antonio Hohlfeldt, Jornal do Comércio

“Deborah Finocchiaro é daquelas manufatoras de tipos que sabe até onde levar os extremos da representação. Do trágico ao hilário ela parece manter a personagem amarrada a uma corda que se distende sutilmente mesmo quando a gargalhada da plateia irrompe.”

- Maristela B. Schmidt, Correio do Povo

Deborah Finocchiaro é bacharel em Interpretação Teatral pela Faculdade de Artes Cênicas da UFRGS. Atriz, diretora, locutora, apresentadora, roteirista, autora e produtora de espetáculos, é fundadora e integrante da Companhia de Solos & Bem Acompanhados.
Entre seus principais trabalhos como atriz e diretora destacam-se os espetáculos Pois é, Vizinha…, Sobre Anjos & Grilos – O Universo de Mario Quintana e Histórias de Um Canto do Mundo – Memórias de Porto Alegre e do Rio Grande do Sul, projeto que reúne um espetáculo solo, um show musical e o registro da obra em livro/CD. Seu trabalho mais recente é Um Certo Capitão Verissimo.
No teatro, integrou ainda o elenco de Os Crimes da Rua do Arvoredo, com direção de Camilo de Lélis (1999); Hamleto, direção de Luciano Alabarse (1994); Kaspar Hauser, direção de Oscar Simch (1986); Risco, Arisco e Corisco, direção de Roberto Oliveira (1988); e A Arca de Noé, direção de Zé Adão Barbosa (1991).
No cinema, atuou nos filmes A Matadeira, dirigido por Jorge Furtado (1994), e Nossa Senhora do Caravaggio, com direção de Fábio Barreto (2004).
Na televisão, participou das minisséries da Rede Globo Incidente em Antares (1994), Comédia da Vida Privada (1997) e A Casa das Sete Mulheres (2003), além de programas especiais da RBS TV, como Contos de Inverno, Na Trilha dos Farrapos (2001) e Histórias Curtas (2001, 2007, 2010 e 2011).
Desde 2009, é colunista de teatro da Rádio BandNews FM Porto Alegre (99,3).

Premiações

2013 - Prêmio de Melhor Atriz, 2º Melhor Espetáculo no 2º FESTKAOS - Cubatão/SP por Sobre Anjos & Grilos;
2012 - Prêmio de Melhor Atriz e Júri Popular Melhor Espetáculo no 40° FENATA - Festival Nacional de Teatro
de Ponta Grossa / PR por Pois é, Vizinha...;
2012 - Prêmio 3º Melhor Espetáculo, no 8º Festival Nacional de Teatro de Limeira / SP por Sobre Anjos & Grilos;
2011 - Prêmio Funarte de Teatro Myrian Muniz 2011 (Circulação da Companhia de Solos & Bem Acompanhados - PI, TO, RN);
2011 - Prêmio Artistas Gaúchos 2ª Edição - categoria Melhor Artista de Teatro;
2007 - Prêmio Melhor Espetáculo, Melhor Atriz e Melhor Texto Adaptado no 2º FENAT - Festival Nacional de Teatro de Campos dos Goytacazes / RJ por Sobre Anjos & Grilos;
2007 - Prêmio de Melhor Atriz e Júri Popular Melhor Espetáculo no 35° FENATA - Festival Nacional de Teatro de Ponta Grossa / PR por Sobre Anjos & Grilos;
2007 - Prêmio de Melhor Atriz no VII Festival de Teatro de Resende / RJ por Sobre Anjos & Grilos;
2007 - Prêmio Melhor Espetáculo e Melhor Atriz no XVI Festival Nacional de Teatro de Florianópolis Isnard Azevedo por Sobre Anjos & Grilos;
2007 - Prêmio Quero-Quero SATED/RS 2006 de Melhor Atriz por Sobre Anjos & Grilos;
2004 - Prêmio Açorianos 2003 de Melhor Direção e Melhor Espetáculo por O Urso;
2003 - Prêmio Melhor Atriz, no 1 O Festival Guaçuano de vídeo em Mogi Guaçu / SP pelo Curta Metragem Pois é, Vizinha...;
2003 - Prêmio Melhor Atriz - 3ª Mostra APTC de Cinema pelo Curta Metragem Pois é, Vizinha...;
2002 - Troféu Negrinho do Pastoreio - Categoria Teatro (Associação Gaúcha de Municípios);
2001 - Prêmio “Garota Esmeralda Verão 2001” (opinião pública) por Pois é, Vizinha...;
1999 - Prêmio Melhor Espetáculo no VII Festival Nacional de Teatro de Florianópolis Isnard Azevedo por Pois é, Vizinha...;
1998 - Prêmio Melhor Atriz – 1ºFest. Nac. de Teatro de Novo Hamburgo por Pois é, Vizinha...;
1998 - Prêmio Melhor Espetáculo e Melhor atriz no VII Festival do Vale do Sinos por Pois é, Vizinha...;
1995 - Prêmio Bob Pop Show (opinião pública) Melhor na Categoria Teatro em 94;
1995 - Prêmio Local Hero (opinião pública) como Melhor Atriz 94/95 por Pois é, Vizinha...;
1994 - Prêmio Açorianos de Melhor Atriz por Hamleto;
1994 - Eleita Melhor Atriz pelos ouvintes da Rádio 107.1-FM;
1991 - Prêmio Tibicuera de Melhor Atriz por A Arca de Noé;
1988 - Prêmio Tibicuera de Melhor Atriz por Risco, Arisco e Corisco

Principais Apresentações

Estreou em 1993 no Teatro de Câmara Túlio Piva, em Porto Alegre/RS, realizando ao longo de sua trajetória 37 temporadas, sendo 34 em Porto Alegre, nos teatros Bruno Kiefer/CCMQ, Teatro de Câmara Túlio Piva, Teatro Carmem Silva/DC Navegantes, Teatro Carlos Carvalho/CCMQ, Teatro do IPE, Teatro do SESC, Depósito de Teatro, Sala Álvaro Moreyra, Teatro Hebraica e Theatro São Pedro, além de uma temporada no Teatro Ipanema, no Rio de Janeiro, e outra no Centro Cultural São Paulo, em São Paulo, totalizando 607 apresentações.

Participou de importantes festivais, mostras e circuitos nacionais e internacionais, como a Mostra do Teatro Gaúcho no Theatro São Pedro, em Porto Alegre; todas as 14 edições da Mostra Porto Verão Alegre; o 35º FENATA – Festival Nacional de Teatro, em Ponta Grossa/PR; a Mostra Companhia de Solos & Bem Acompanhados, contemplada pelo Prêmio Funarte de Teatro Myriam Muniz, com apresentações em Teresina e Parnaíba/PI, Palmas/TO, Santa Cruz e Natal/RN, em 2011; o 2º Festival de Monólogos de Canela e Gramado/RS; a VII Semana de Teatro no Maranhão, em São Luís/MA; o 2º Festival Sergipano de Teatro, em Aracaju/SE; o 5º K-IAU em Cena, em Araçuaí/MG; o 2º Festival Teatro Vivo, em Jaraguá do Sul/SC; a 1ª e a 2ª Mostra de Teatro Comédia no Teatro Hebraica, em Porto Alegre; o 21º Festival de Inverno de Garanhuns/PE; a 10ª Mostra SESC Cariri de Cultura, com apresentações em Crato, Juazeiro do Norte, Nova Olinda e Fortaleza/CE; a Mostra Espaço Brasil Telecom, em Brasília/DF; o 14º Festival Janeiro de Grandes Espetáculos, em Recife/PE; o Outubro do Teatro – Mostra Nacional de Teatro, em João Pessoa/PB; o 2º Festival Esse Monte de Mulher Palhaça, no SESC Copacabana, no Rio de Janeiro; a 5ª Mostra de Inverno no Teatro Carmem Silva/DC Navegantes, em Porto Alegre; o Festival Goiânia Em Cena, em Goiânia/GO; o Festival de Monólogos – Solos em Cena, em Niterói/RJ; a Mostra Janeiro Brasileiro da Comédia, em São José do Rio Preto/SP; o 29º FETEL, em Lages/SC; o Circuito Gaúcho de Teatro, percorrendo oito cidades do Rio Grande do Sul; o Projeto Lâmpada Mágica AES Sul, com apresentações em 12 cidades do estado; o Projeto Palco Giratório SESC, nos estados de Pernambuco, Ceará e Mato Grosso do Sul; o VII Festival de Teatro de Florianópolis Isnard Azevedo; o Projeto Descentralização, com 12 apresentações em Porto Alegre; a Mostra PUC em Cena, no Teatro da PUC/RS; o Circuito Espetáculos do Sul, em seis cidades do Rio Grande do Sul; o I Festival Nacional de Teatro de Novo Hamburgo/RS; o VII Festival do Vale dos Sinos, em Novo Hamburgo; a 1ª Mostra Porto Alegre em Santo André/SP; o FILO – Festival Internacional de Londrina/PR; a Mostra Emergências – da mais recente floração do teatro brasileiro, no Centro Cultural São Paulo, com 19 apresentações; o Festival 1º Porto Alegre em Buenos Aires, na Argentina; o 10º Festival de Teatro de Pelotas/RS; o 1º Porto Alegre em Cena – Festival Internacional de Teatro; e o 8º Festival de Teatro de Canela/RS.

Realizou ainda diversas apresentações especiais e projetos de relevância social e cultural, como o encerramento do Seminário “Essas Mulheres”, do Núcleo 39 do CPERS; o 6º Aldeia SESC Ijuí/RS; a turnê do espetáculo Pois é, Vizinha… pelo Rio Grande do Sul, com patrocínio da Sulgás e do Ministério da Cultura e apoio do SESC RS e da Secretaria Estadual de Políticas para Mulheres, com apresentações em oito cidades — Santa Maria, Passo Fundo, Caxias do Sul, Novo Hamburgo, Canoas, Pelotas, Rio Grande e Porto Alegre — incluindo ingressos a preços populares, tradução em LIBRAS, debates sobre violência doméstica e oficinas gratuitas; apresentações no SESC Taquara e na Feira do Livro de Nova Hartz/RS; o encerramento do projeto AGAS Mulher – Cidadania no Varejo, no Centro de Eventos Plaza São Rafael, em Porto Alegre; apresentações no SESC Tramandaí e na Sociedade Amigos da Praia de Imbé/RS; o Campus Tour no Salão de Atos da UNILASALLE, em Canoas; a abertura do projeto Vª Cult, no Teatro Elias Angeloni, em Criciúma/SC; a abertura do projeto Cultura & Diversão, em Sapiranga/RS; homenagens ao mês da mulher na SOGIPA, em Porto Alegre, e no SESC Farroupilha, em Farroupilha e Feliz/RS; o projeto SESC Tá Rindo de Quê?, especial Dario Fo, em Ribeirão Preto/SP; o projeto Quartas no Praia, no Praia de Belas Shopping, em Porto Alegre; o projeto Cultura no Campus, no Salão de Atos da Feevale, em Novo Hamburgo; o XIII Fórum de Educação, em Rio Pardo/RS; a abertura da Semana da Mulher, em Erechim/RS; inaugurações dos teatros do SESC em Gravataí e Passo Fundo/RS; o 10º Fórum Internacional de Educação, em Osório/RS; o projeto Sempre às Terças, no Anfiteatro Padre Verle da UNISINOS, em São Leopoldo/RS; comemorações do aniversário do SESC, da TVE RS e da Rádio FM Cultura, no Teatro do SESC em Porto Alegre; comemorações do aniversário da cidade de Gravataí/RS; e apresentações pelo projeto Unicena, na Reitoria da UFRGS, em Porto Alegre.

Necessidades
Técnicas

ILUMINAÇÃO

28 lâmpadas par 64 #5
04 lâmpadas par 64 #1
09 PC 1000 W
06 Fresnéis 1000 W
05 elipsoidais ETC (completos)
24 canais de rack 4000 w/canal
01 mesa digital 24/48
02 técnicos para montagem

SONORIZAÇÃO
01 mesa de 8 canais
01 cd player com visor
02 monitores de palco (estéreo)
02 caixas de som - PA - (estéreo)

MEDIDAS MÍNIMAS DE PALCO
Pé direito: 5m, Boca de cena: 7m, Profundidade: 8m

MONTAGEM
Mínimo de 06 horas. É necessário um ajudante local para a montagem e carregamento do cenário.

OBS: alguns elementos do cenário poderão ser produzidos no local: 01 cadeira de rodas, 01 enceradeira (que funcione), 02 mesinhas (uma tipo criado mudo e outra tipo mesa de sala de aula), 01 carrinho de bebê, 01 boneco “bebê”, 01 aparelho de cd portátil (que funcione), 01 trouxa de roupas, 01 vassoura, 01 balde, 01 pá, 01 pano de chão, 02 pesos de porta.

O espetáculo tem versatilidade, podendo adaptar-se a diferentes espaços e em diferentes condições técnicas a combinar.

Seguem as condições técnicas ideais: